Vou dizer-te só esta vez que estas violetas
são o sopro dos sinos cantando o passado,
vindo acordar a luz para os dias de campo.
Que este tempo beijado das borboletas é o
infinito conspirando o cansaço benfazejo
de um gesto de morte. Assim, elas valem o chão.
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Jeanne Chaves
Pernambuco, Brasil, 24 de Outubro de 2010.
